Malanje
possui uma grande variedade de recursos turísticos, dos
quais se destacam:
As
Quedas
de Kalandula
As quedas de Kalandula constituem a fascinante atracção
turística da província de Malanje e uma das mais
importantes de Angola. Ocorrem, no rio Lucala e possuem cerca
de 400 metros de altura, e 105 metros de altura. São
as segundas quedas mais altas de África.
As
Pedras Negras de Pungu-a-Ndongo
As
Pedras Negras são um conjunto de blocos rochosos de dimensões
descomunais que ocorrem na localidade de Pungu-a-Ndongo, município
de Cacuso, província de Malanje.
O
conjunto é composto por rochas intrusivas que terão
sido expostas pela erosão, ao longo dos séculos
e por rochas sedimentares (arenitos e conglomerados) bem consolidados.
Pungo
Andongo, é, no entanto, mais do que um simples local de
ocorrência de anomalias geológicas. É um local
pleno de mitos, lendas, tradições e valores culturais.
Pelas suas características topográficas e geomorfológicas
o Pungu-a-Ndongo chegou a servir de fortaleza para os Reis Ngola,
tendo sido, nessa época, capital do Reino do Ndongo.
Quando
for ao Pungu-a-Ndongo, o visitante não deve esquecer-se
de visitar a Pégada do Rei Ngola Kiluanji, as Pégadas
da Rainha Njinga, o Cantinho do Céu, a Pedra do Velho Caturra
e a Pedra do Pomar Sagrado.
O
Pungu-a-Ndongo, conhecido pelo nome aportuguesado de Pungo Andongo,
encontra-se a curta distância da Barragem de Capanda, outro
ponto turístico que vale a pena visitar.
A
Palanca Negra Gigante
A
Palanca Negra Gigante é um animal de grande porte que habita
exclusivamente em Angola, com particular incidência na Reserva
Natural do Luando, província de Malanje.
Existem
vários tipos de antílopes, muitos deles, de porte
avantajado. Porém, a Palanca Negra Gigante tem um porte
superior, pelo escuro e distingue-se pelos seus chifres que descrevem
um pronunciado semi-círculo para trás. Assim, pela
sua raridade, a Palanca Negra constitui um símbolo de Angola.
Durante
muito tempo, a Palanca Negra não foi vista. Recententemente,
porém, o Governo da Província de Malanje organizou
expedições que integraram cientistas ligados à
Universidade Católica de Angola e partiram à procura
desse raro animal. Ao mesmo tempo, foi lançado um repto
às populações, no sentido de se obter a sua
colaboração, para o efeito. Assim foi feito e, para
orgulho de todos os angolanos, a Palanca foi novamente localizada.
Fica
aqui um apelo no sentido de que tudo se faça para se evitar
a extinção deste animal que é hoje um caso
singular a nível mundial.
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